1 de jan de 2015

coisas que fizeram a diferença no meu 2014

Dois mil e quatorze não foi o ano mais impressionante ou maravilhoso. Foi um ano em que algumas de minhas melhores amigas se afastaram um pouco. Uma grande amiga mudou de escola. Falhei em algumas provas extremamente importantes. Deixei de ir ao show da minha banda favorita. Pessoas próximas adoeceram. Mas ao mesmo tempo que esse ano trouxe alguns baixos, ele também me trouxe alguns altos.

cultivando e mantendo amizades
Consegui manter amizades com grandes amigas mesmo que os laços fossem postos à prova, mas também fiquei mais próxima de um grupo de pessoas que se tornou muito especial para mim. Começo 2015 sabendo que tenho em volta de mim verdadeiros amigos/amigas que me querem bem. E não tem nada melhor que isso. O fato de conseguir cultivar amizades para mim já é uma vitória levando em conta que desde criança tive isso como um desafio imposto pela minha ultra timidez e meu gênio que, quando pequena, era meio fraco e eu me deixava levar por qualquer coisa que as pessoas dissessem.

estudos e os grupos de facebook
Sempre fui muito esforçada quando o assunto é estudo, logo meus pais nunca precisaram ficar no meu pé por causa disso. O segundo colegial foi um ano crucial para mim já que com ele decidi de pés juntos qual curso gostaria mesmo de fazer e qual faculdade seria meu maior objetivo. Uma grande ajuda para mim foram os grupos de facebook dedicados aos estudos para o vestibular da faculdade que mais desejo passar. Além de serem fontes inesgotáveis de informação sobre o vestibular e as fontes para estudo, esses grupos também funcionam como uma forma de alimentar a autoestima na hora dos estudos e uma fonte inesgotável de textos motivacionais feitos por almas amigas da world wide web.

projetos de leitura
No ano de 2014 comecei a assistir mais canais no youtube e principalmente aqueles que se dedicam ao público leitor. Além disso, comecei o projeto literário da Rory Gilmore e descobri ainda mais livros. Sempre gostei de ler mas nunca me dediquei muito aos clássicos - não só da literatura brasileira, mas também da inglesa - mas foi em 2014 que comecei a me interessar por esses livros. Li 1984, O Grande Gatsby, Orgulho e Preconceito, Por Quem Os Sinos Dobram e mais outros muitos livros pelos quais me apaixonei e descobri escritores incríveis como George Orwell, por exemplo. 

como ser uma gilmore girl?
No meu aniversário, em Fevereiro, minnha mãe e meu pai me deram o box do meu seriado favorito: Gilmore Girls. Eu já havia assistido o seriado, uns três anos atrás, por recomendação da minha mãe que assistiu o seriado quando ele foi transmitido no começo anos anos 2000 na Warner. Com o box em mãos comecei a mergulhar novamente no universo das garotas Gilmore e entendi a série como não havia entendido da primeira vez. A Rory e a Lorelai, apesar de serem personagens fictícias, deveriam ser um modelo em alguns aspectos para as meninas e mulheres: a mensagem passada em todo o seriado é a de que é ótimo ser uma independent woman. Além disso o seriado tem um arsenal de referências à livros que acabaram influenciando minhas leituras e ver a Rory se dedicar tanto para entrar na sua faculdade dos sonhos me fez ter ainda mais força de vontade nos meus estudos e vou levar isso para o terceiro colegial esse ano, em 2015. Outro ponto bom ao ter ganhado o box foi poder reasisti-lo com a minha mãe. 

(tentativa de) show frustado/show bem sucedido 
Foi no final de 2013 que li a notícia de que o Guns N' Roses, minha banda favorita, viria para o Brasil em 2014. Eu não conseguia acreditar pois em 2011 havia ficado chateada por não tê-los visto no Rock In Rio. Depois de uma longa espera foi solta a informação de que o show seria em Março, mesmo mês do casamento da minha prima, do qual meus pais seriam padrinho/madrinha. Mas tudo bem, é lógico que as datas nunca iriam ser próximas, certo? Errado. O casamento da minha prima - em outra cidade - seria um dia depois do show e meu pai não encontrou alternativas que possibilitasse que a gente fosse para São Paulo, saísse de madrugada e voasse para outra cidade a tempo. Foi uma grande decepção perder o show o qual - eu já tinha planejado na minha cabeça - faria daquele dia o mais feliz da minha vida. Foi no meio do ano que minha amiga me chamou para ir com ela ao show do Arctic Monkeys, banda a qual eu gosto muito! Eu não fiquei lá muito animada, mas ao mesmo tempo não vi o que eu tinha a perder: o dinheiro para o GN'R não havia sido gasto e eu ia ter compania e carona. Aceitei. Acabou que o dia do show do AM, 15 de novembro, um dia que eu não criei nenhuma expectativa, foi um dos mais divertidos do ano: saímos da nossa cidade de madrugada, passamos o dia inteiro - em sol e chuva - na fila do show no RJ, nos divertimos e vimos a banda mais divertida ... The Hives! Acabou que o AM, muito excelente musicalmente, acabou sendo superado nos aspectos de animação (na minha opnião) pela banda sueca de abertura que deixou a noite bem mais animada e, claro, suada! 

o que é política?
Não que eu fosse uma alienada que não sabia o que acontecia no mundo, sempre fui de acompanhar as notícias e ler muitos jornais influenciada pelos meus pais, mas foi em 2014 que alguns aspectos me trouxeram ainda mais próxima da seção política do jornal. Foi em 2014 que me adaptei mais às aulas de geografia e à professora que fez com que eu me apaixonasse pela matéria. Até 2013 eu fazia um esforço danado para me dar bem em geografia e ainda apanhava das provas dessa mesma professora (nada muito ruim, mas sou um pouco perfeccionista). Também a aula de sociologia, que já era uma das minhas favoritas, se tornou ainda mais interessante. Conheci novos sites do assunto, vi mais documentários e filmes interessantes e comecei a criar minha própria opinião não só da política brasileira mas também da política externa. Uma descoberta boa de 2014 foi o programa Em Pauta, da Globo News. Na Globo como tv aberta nada me interessa além de ver ao jornal, mas a Globo News trás um lado diferente da emissora e esse programa é um ponto de escape para quem quer realmente digerir as notícias, não só escutá-las. O programa trás um jornalista de São Paulo, um de Nova York e outro de Brasília e discute várias pautas atuais. É uma dica para quem quer se sair bem com o conhecimento de mundo nas dissertações. 

Bom, acho que esses pontos resumem bem o lado bom de 2014. E como foi esse ano para vocês? Feliz 2015! Muita fé, amor, paz e saúde! 
Giovanna

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